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Lingerie Fruit de la Passion
Ópera Diva
A Fruit de la Passion abre as cortinas para 2008, e apresenta a coleção ´´Ópera Diva``.
Nela o papel principal cabe à mulher e suas diversas personagens: a ingênua e propositadamente frágil, a romântica, a descaradamente sexy e dominadora, a sedutora... e o que mais a imaginação permitir representar.

O Primeiro Ato começa e o destaque é a linha Secret Moments onde utilizou-se uma nova tecnologia do tule bordado e guipüre em motivo de flores e cores contrastantes. Sua versão na cor branca em modelagem suntuosa é o sonho de todas as noivas.
Em Amelie traz as linhas dia e noite, em combinação de popeline e cotton com bordado em flores miúdas.

O Segundo Ato inicia-se e para deleite de todos traz a linha Heloise, composta pela sofisticação da renda, o brilho do mellow e a riqueza do bordado, que é puro requinte. O luxo serve também como cenário para Mademoiselle em peças de cetim elastano bordado em modelagem de época e Avignon em laise importada em cores arrojadas ou em branco com aplicação de plumas para as noivas mais ousadas.
Como não há ópera que se preze sem uma mulher dramaticamente apaixonada, ela surge nas coleções Kabuk em estampa que remete ao vestuário oriental, nas cores turquesa e pink e Toujour Amour, uma lingerie audaciosa com leve transparência.

O fim deste Segundo Ato é marcado pela ousadia das coleções Fruit Fatale e sua lingerie ultra-sexy e provocante, com aplicações de cristais e aberturas estratégicas: Madagascar com sua estampa de onça e aplicação de flores e Sexy Jungle com estampa de cobra em peças elegantes e charmosas, que transformam qualquer mulher em Diva.

Fotos: Mauri Granado
Show room: Av. Pirajussara, 1495 – Jd. Jussara – Tel.: (11) 3751 3858 – Fax: (11) 3751 5976.
Endereços: Morumbi Shopping – Av. Roque Petrônio Jr. 1.089 – Loja 122 – Tel.: (11) 5189-6611
Alameda Lorena, 1.774 – Tel.: (11) 3064-3334
www.fruitdelapassion.com.br
Escrito por Celso Fernandes, colunista às 05h44 PM
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Lingerie Outono/Inverno 2008
Grand Finale, um novo Ato
Após esta cena de tirar o fôlego, uma pausa para Pic-Nic, que traz a maciez do algodão e o colorido das cerejas. Inicia-se o Terceiro Ato Ópera Diva e, ao som de uma música suave, entram em cena as românticas coleções Chic Relax, em tecido canelado italiano exclusivo, Happy Love, que traz a nobreza do suedine e estampa de corações e Sweet Cat, em estampas graciosas e modelagens confortáveis.

A grande ópera acaba, fecham-se as cortinas mas o espetáculo está apenas começando...

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Escrito por Celso Fernandes, colunista às 05h16 PM
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Lingerie Fruit de la Passion
Coleção Sunset brilha no alto verão
A Fruit de la Passion fez a coleção alto verão pensando nesta estação onde os dias são mais longos, as tardes mais iluminadas e as noites mais quentes.

A coleção Glamourous deixa a mulher romântica e delicada nas peças claras com lindos bordados em rosas com detalhes de guipüre e multicolorido e a transforma numa ´´femme fatale`` nas peças pretas em georgette estampado, privilegiando a silhueta feminina.

Marguerite traz bouquets de margaridas em tule bordado e guipüre em tons suaves. As mesmas flores do campo se tornam menos inocentes na linha noite, apicadas em pelas em liganete ou tule preta, confirmando o compromisso da Fruit com a mulher ´´supersexy``.

A linha Pop Princess foi toda inspirada na figura da ´´princesa moderna`` que existe dentro de cada mulher: delicada, romântica e poderosa. A linha noite ganha o brilho, toque sedoso e caimento perfeito do ´´satin span``. O grande diferencial esta na variedade de materiais e suas combinações inusitadas, evidenciando o poder da renda e o bordado.

A tecnologia têxtil está à mercê da feminilidade na linha Vanity Lace. Sua estampa floral alegre torna-se delicada na laise para a linha dia e provocante na liganete com microfibra para a linha noite.
Sunset: quando o sol começa a se pôr os seus sonhos estão apenas começando...
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Escrito por Celso Fernandes, colunista às 04h03 PM
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La vie en rose
Coleção Primavera-Verão Fruit de la Passion
A Fruit de la Passion faz a vida ficar mais cor-de-rosa, e com certeza as noites mais quentes com a coleção ´´La vie em rose``.
O rosa, ora em tons suaves como o algodão doce, ora fortes, mesclando-se com vermelho sedução, estão presentes em todas as coleções.
A Jolie Girl traz a lingerie com superposições de guipüre e liganete, que vão do rosa suave e lilás em sutis harmonias de cores ao cereja impactante, deciliosamente exibido. Havana Trip é a tradução latina para a sedução, em estampa multicolorida floral e divertida.

Com materiais ricos em texturas, a coleção Lynette traz a delicadeza do bordado combinado ao tule point-d´sprit mostrando a influência da moda francesa na lingerie. A Luxury Heaven, em gupüre ultra sofisticado em modelagem de luxo transformam a lingerie em objeto de desejo.
Já a coleção Tuileries em renda francesa bicolor com detalhes em contraste estilo vintage, são a prova de que o futuro é o passado. Virtual Safari com desenhos de zebra e leopardo em modelagens inusitadas, traduzem a toda a ousadia da Fruit e seu lado fetichista.

Confira o catálogo e viva a vida em cor-de-rosa na nova estação!
Show room: Av. Pirajussara, 1495 – Jd. Jussara – Tel.: (11) 3751 3858 – Fax: (11) 3751 5976.
Endereços: Morumbi Shopping – Av. Roque Petrônio Jr. 1.089 – Loja 122 – Tel.: (11) 5189-6611
Alameda Lorena, 1.774 – Tel.: (11) 3064-3334
Site: www.fruitdelapassion.com.br
Categoria: Espaço Mulher@Cia.
Escrito por Celso Fernandes, colunista às 03h21 PM
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Livro Lançamento
Sonho de Poeta – de Celso Fernandes
Apresentação
“Nenhuma qualidade literária — como, por exemplo, a capacidade de persuasão, a riqueza de imagens, o dom da comparação, a ousadia ou a amargura, ou a concisão, ou a graça, ou a leveza da expressão (...) — pode ser adquirida pelo simples fato de lermos escritores que possuem tal qualidade”, afirma Schopenhauer, do alto de sua autoridade.
No entanto, é preciso encontrar caminhos, abrir trilhas, sem se deixar levar pelas tentações do exibicionismo oco. Aqui, novamente, o mestre dá um puxão de orelhas “vale a regra: o novo raramente é bom, porque o que é bom só é novo por pouco tempo”. Sucede que Celso Fernandes consegue ser bom nesse novo conjunto de poesias. Estaria errado Schopenhauer? Não necessariamente. Antes de mais nada, Celso é um viajante pouco preocupado em ser novo. Ele vaga como em Pelos caminhos
Por onde andar
Por onde passar
Deixarei um pouco de mim.
Se deixou um pouco, vamos tentar entender esse pouco. Ele facilita essa tarefa, deixando marcos por onde passou. A quem quiser ele revela sua identidade sensível como em Se lhe perguntarem quem sou

Se lhe perguntarem quem sou
Diga que sou poeta de mim mesmo
Diga que ando com os pés no espaço
E que compreendo o significado de amar.´
O poeta procurará sempre negar a procura frenética pela originalidade. É um pecado menor. Confessarão baixinho que são súditos dedicados das musas e, se de alguma forma, conseguirem emocionar o leitor, terão conseguido encontrar a famosa luz, ao fim do não menos abusivamente citado túnel.
O leitor não encontrará um percurso linear ao longo do volume. Se me permitirem uma sugestão, sigam um roteiro aleatório. Abram ao acaso, leiam, reflitam e depois de repetir o processo algumas vezes, retomem a leitura da página um à página N. A sensação estética será diferente e, penso eu, a aproximação com a alma do autor será mais plena. Não nos iludamos, como todo poeta, Celso é fingidor também, como na sua Canção triste:
Morri muitas vezes.
Horas, horas a fio.
As horas das vidas...
As horas longas das vidas.
Não vamos nos embrenhar numa selva de delírios metafísicos, o poeta provocou, sorriu, talvez enxugou uma lágrima, causada por um sofrimento que ele não pretende dividir com ninguém. Ficou uma mensagem — se não falar em mensagem o que dirão os críticos — a ser saboreada pelo leitor. Antes de saborear, captar será preciso, e como quase todas as capturas, essa será prazerosa. Não há ainda uma Sociedade Protetora dos Versos que a ela se oponha, mesmo porque, a captura será virtual, desprovida de exclusividade, generosa — por devolver àqueles que gostam da poesia o prazer dos versos.
Ousado, triste, irônico, resignado, até resmungão — ele que me perdoe, se me puder por esse último rótulo — o autor consegue cativar e como diria qualquer candidata a Miss, já se torna eternamente responsável ... pelo prazer que proporciona.
Alexandru Solomon, escritor
Serviço:
Editora Edicon/Série Poesia Brasileira
Rua Herculano de Freitas, 181 – Tel.: (11) 3255-1002 – São Paulo
Pedidos c/ autor: celsofernandes_colunista@hotmail.com
Escrito por Celso Fernandes, colunista às 02h52 PM
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Sobre o autor
Sonho de Poeta
Celso Fernandes, poeta, escritor, sem nunca ter pensado que a voz da poesia pudesse morrer, lança agora seu ´Sonho de Poeta`, talvez engavetado cerca de 20 anos, quando ainda iniciava como free lancer no mercado editorial frente as saudosas máquinas de escrever. Hoje, assim, sente que pôde virar a ampulheta do tempo, contando ainda os grãozinhos de areia de tantos calendários para cá – todos dedicados à literara – sente que tem muito o que escrever. Natural de São Paulo, nascido aos 27 de agosto de 1962, considera que sua maior bagagem tenha colhido mesmo nas casas editoriais em que trabalhou, como a Editora Ática, Cultrix e Pensamento, Soma, Paulista, Edicon etc. Jornalista por inclinação da natureza, começou a abraçar a carreira de escritor logo cedo. Que por sinal dura e de se fazer quebrar os ossos ao ver tantos trabalhos arquivados desde a época dos linotipos e past ups. Porém, persistente naquilo que resolveu levar adiante. Aliás, seu maior sonho, continuar deitando no papel o pensamento antes que a idéia lhe escape.
Como os pais José e Maria resolveram apoiar o filho prodígio em enveredar pelos caminhos das letras, colecionando modestos registros em carteira – mesmo que com os ganhos sempre equilibrados na corda bamba – iniciou como revisor e redator. De arquivista a contínuo, sentiu na pele os complexos da máquina administrativa, cartões de ponto, ônibus apertados, sempre seguido do vai-e-vem e do corre-corre diário da imensa cidade paulistana. Cidade que por sinal vive e que ama. Hoje presta serviços como de diagramador e assessoria de imprensa, almejando sempre novos amigos e parcerias.
Dos seus trabalos publicados, destacam-se: Multiplicanto (1980), Poemagina (1982), Imagens e Sonhos (1983) e O Sedutor (1989). Depois de algum tempo na geladeira, em 2000, lançou As duas faces de Laura, e em 2004 voltou com uma segunda versão de O Sedutor, na 18ª Bienal Internacional do Livro, além de um sem número de contos, crônicas, editorais de moda e política, todos espalhados pelos mais diversos veículos de comunicação – jornais, revistas, sites... Atuando, ainda, no bloco dos colunistas sociais da APACOS – Associação Paulista dos Colunistas Sociais.
Fator nada surpreendente, conciliando sua trajetória pelas redações por onde passa (empilhando outros tanto textos no computador), sempre tem em mente que ´´escrever é uma necessidade imensa``. Tanto que hoje suas colunas têm o reconhecimento em outros estados do Brasil, como também de países lá de fora. Goiás, Londrina, Santa Catarina foram um salto para a Itália, França e amigos colombianos. De repente, um novo recomeço.
Escrito por Celso Fernandes, colunista às 02h35 PM
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